Diretores da Acrioeste participam de evento sobre pré-custeio do Banco do Brasil

O presidente da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste), Stefan Zembrood e o diretor financeiro Mario Cezar Mascarenhas, participaram na manhã de hoje, 03, do evento promovido pelo Banco do Brasil para anuncia a linha de pré-custeio da instituição creditícia.

 

Em uma semana, o Banco do Brasil recebeu mais de 500 propostas, com potencial de R$ 300 milhões em negócios. A instituição já liberou R$ 17 milhões aos produtores rurais para a aquisição antecipada de insumos – o pré-custeio. A linha foi lançada, em 19/01, e disponibiliza R$ 12 bilhões aos produtores para contratações até 30/06.

Os recursos estão disponíveis aos médios produtores, no âmbito do Pronamp (Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais) com taxas de 8,5% a.a., até o teto de R$ 1,5 milhão. Os demais produtores rurais acessam o crédito com encargos de 9,5% a.a. até o teto de R$ 3 milhões, descontados os valores de recursos controlados já contratados no semestre anterior.

A antecipação dos financiamentos de custeio para as culturas da safra de verão 2017/2018, a exemplo de soja, milho, arroz e café, permite melhores condições aos produtores para o planejamento de suas compras junto aos fornecedores e contribui para o incremento das vendas de sementes, fertilizantes e defensivos, proporcionando maior rentabilidade aos empreendimentos e produzindo reflexos positivos em toda a cadeia produtiva.

Outra opção é a linha de investimento Investe Agro com recursos da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), na qual podem ser financiados: máquinas, inclusive aquelas enquadradas na “linha amarela” (retroescavadeira, pá carregadeira), veículos de carga, animais, benfeitorias, formação ou reforma de pastagens, dentre outros itens. A taxa de juros varia de 11,25% a 12,75% a.a., o prazo de reembolso é de até 60 meses com um ano de carência, podendo ser financiado até 100% do valor do projeto.

Segundo registros do balanço do Banco do Brasil, a instituição já aplicou, até setembro de 2016, em torno de R$ 179 bilhões no agronegócio, o que representa 60,9% dos recursos destinados a produção de alimentos no Brasil.

De acordo com Marco Túlio Costa, diretor de agronegócio do Banco do Brasil, o agronegócio brasileiro é um dos principais setores responsáveis por manter superavitária a balança comercial do país nos últimos 15 anos. “O Banco do Brasil por missão fortalecer cada vez mais o segmento e por isso estamos aqui, no celeiro agrícola e a onde acontece o agronegócio do Estado da Bahia. Em função disso a instituição vai incentivar o crédito e toda a consultoria necessária para que essa produção e o crescimento regional possa ser cada vez maior”, disse Marco Túlio.

Dados sobre a produção de grãos no Brasil estimam que o país deva colher algo em torno de 215,1 milhões de toneladas. Enquanto a área plantada neste período apresentou um aumento de 59,7%, a produtividade ultrapassou os 271%, demonstrando a alta tecnologia empregada e o profissionalismo empregado nas lavouras brasileiras.

Atualmente o Brasil está nos primeiros lugares em produção e exportação de produtos agrícolas. No setor de suco de laranja, o país é o maior produtor, maior exportado e responsável por 73,4% do comércio mundial. Na produção de açúcar o país também domina o mercado mundial. Somos o maior produtor e o maior exportador, e dominamos 46,9% do mercado mundial. No complexo soja também não ficamos para trás. Somos o segundo maior produtor mundial, o maior exportador e representamos 42,2% do mercado mundial. A matriz produtiva da carne de frango também é destaque no mundo. Somos o maior produtor e exportador desta commoditie e somos responsáveis por 38% do que é comercializado no mundo. O mesmo vale para outros produtos. Café: 1º em produção e exportação, com 27,3% do mercado mundial. Carne bovina somos 2º em produção e comercialização e detemos 19,2% do mercado. Milho somos 3º em produção e comercialização e representamos 14,7 do mercado mundial. No algodão somos o 5º em produção, 2º em comercialização e abocanhamos 12% do competitivo mercado desta commoditie.

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